O fim da graduação se aproxima. Podemos dizer que estamos na reta final! Nos parece que foi a muito tempo o Workshop do primeiro semestre, onde as incertezas eram muitas e a ansiedade elevada a um grau extremo. Os semestres foram passando, cada um com suas peculiaridades e desafios. Desafios estes comuns a vários colegas do PEAD, mesmo sendo um curso voltado a docentes e servidores que trabalham com Educação, ainda assim, sempre com muito a aprender, principalmente no quesito Tecnologias Digitais.
As Tecnologias Digitais parecem ser o foco do estágio que será realizado neste semestre. Ai reside, presumimos, parte da ansiedade das alunas desta graduação. É grande o número de professoras lotadas em escolas públicas, então o quadro que se apresenta, muitas vezes, é de pouco acesso a equipamentos em condições, internet, datashow, ... Os professores, destas escolas, contam muitas vezes com seu material particular para terem acesso as tecnologias e fazerem um bom plano de aula. Outro fator que preocupa é o fato dos alunos não estarem acostumados a Projetos de Aprendizagens, é tudo que é novo causa um pouco de desacomodação. Mas cremos, também, que o estágio esteja presente neste momento para este fim mesmo: a desacomodação.
E nossa parceira de semestres se apresenta neste momento, novamente: a ansiedade. Nos desacomodando surgem as inquietações: de acertar, fazer um bom estágio, pesquisar materiais para o TCC, ajustar os alunos a novos planos de aula,com novas concepções de aprendizado. A incerteza de que conseguiremos incluir as tecnologias nas aulas, não pela inabilidade do aluno em lidar com a mesma, mas pela falta de acesso dentro das escolas e o que parece mais nos inquieta.
Sabemos no fundo que estamos preparados, mas sendo nós frágeis criaturas, também nos encontramos inseguros, certamente, aflitos como já dito pela expectativa de fazer um estágio a contento, pois a oportunidade de fazer esta graduação é única e não podemos perde-la.
terça-feira, 28 de agosto de 2018
terça-feira, 22 de maio de 2018
Alfabetização de Jovens e Adultos.
Para Paulo Freire a alfabetização do adulto é um ato político, pois os mesmos procuram por algo mais, que seria a capacidade de conseguir refletir/analisar e transformar seu curso na vida. Estra reflexão se dá através do ato de libertação de conceitos e paradigmas aprendidos e enraizados em si e no seu meio social.
Sabe-se que o processo de alfabetização de um adulto é igual ao de uma criança, passando pelos estágios descritos por Ferrero eTeberosky. E assim como as crianças, os adultos, trazem consigo saberes e conceitos de diversos assuntos, muitos adquiridos pela experiência de vida.
Para alfabetizar um adulto é preciso valorizar estes saberes e incluí-los na alfabetização juntamente com o conhecimento que os mesmo traz sobre a escrita. Como dito nos vídeos é muito difícil encontrar um adulto com um nível zero de alfabetização. A partir deste fato deve ser feito pelo professor da EJA um embasamento teórico que inclua estas experiências, onde o adulto encontre incentivo para escrever e ler. Estes incentivos devem estar ligados a sua realidade e a afetividade do aluno. Neste processo, alfabetização, serão usadas várias técnicas e materiais pedagógicos que motivem e auxiliem a compreensão dos códigos. Estando o adulto alfabetizado poderá transformar seu meio social e refazer a leitura do mundo baseado em novas reflexões.
A alfabetização destes alunos deverá ter como base uma referência, o marco referencial, que o instigará a repensar sua visão de mundo, dos sonhos, bem como repensar sobre a sociedade em que vive e se poderá de alguma forma transformá-la/modificá-la. Para que todo o processo de alfabetização do aluno adulto tenha êxito é necessário não somente o empenho do aluno, mas , também, a união de todos os envolvidos direta ou indiretamente no processo de aprendizagem ao qual o este aluno se submete.
domingo, 20 de maio de 2018
Resenha Alfabetização de Adultos. Texto Regina Hara.
Alfabetização de
Adultos. (Regina Hara)
Denise Egídio dos
Santos Ghiorzi – turma E
A autora inicia
sua escrita explicando o propósito do
CEDI, que através Programa de Educação e Escolarização Popular, procura acompanhar e apoiar instituições, grupos ou pessoas que
se dedicam ao trabalho de alfabetização de adultos. Das dificuldades
enfrentadas para alfabetizar e das dificuldades que os alunos adultos, também,
possuem para se alfabetizar. Excluídos e marginalizados pela sociedade
enfrentam dia a dia dificuldades enormes, como por exemplo locomoção. Relata o
trabalho dos professores engajados em alfabetizar os adultos e na frustração os mesmos sofrem por não conseguirem
alfabetizar. O professor da EJA deve embasar suas práticas em posturas
teóricas, sendo necessário para este profissional rever sempre suas práticas e
recomeçar.
Cita Paulo
Freire e suas técnicas de alfabetização, onde o sujeito deve ser dinâmico, ativo
e reflexivo, e a alfabetização é embasada na realidade do sujeito. Entram no
contexto, também, Ferrero e Teberosky, que ao realizarem estudos sobre
alfabetização das crianças lançam suas preocupações na alfabetização dos
adultos chegando a conclusão de que: “ aquisição da escrita é uma aquisição
conceitual para crianças e adultos, construída pelo sujeito nas relações com o
meio, do mesmo modo que se observa em outras áreas do conhecimento”.
As
concepções dos adultos não-escolarizados com respeito à escrita.
As concepções
dos adultos não-escolarizados passam pelos mesmos estágios da concepção da
escrita que foram identificados na alfabetização das crianças: escrita
pré-silábica, escrita silábica, silábico-alfabética, alfabética. Enfatizado o
princípio de que quando “os alunos não
se alfabetizam podem estar sendo submetidos a um processo inadequado, que
conflitua com seu próprio modo de perceber a escrita”.
Como concebemos o
processo de alfabetização.
“A alfabetização é um processo
que leva ao domínio do código escrito; ...”, mas tendo em vista uma função
social, onde o ser humano entenda e consiga interpretar o que está lendo. A
leitura deve ser diversificada, e a escrita deve ter significado para o autor.
A socialização das
estratégias de leitura.
Várias estratégias devem ser
usadas para construir conhecimento, pois cada sujeito se organiza e opera
cognitivamente as informações de formas diferentes. A uma variedade de
informações coletadas ao longo da vida e cada indivíduo as assimila de uma
forma.
Experiência com
classe de adultos
O registro de
Hara ainda relata a Caracterização da Classe, onde ocorreu uma experiência em
um citado colégio com a intenção de ligar o embasamento teórico que foram
construídos com a realidade da sala de aula. Tal experiência identificou os
participantes de uma sala de aula com 29 alunos, na sua maioria mulheres e
entre 15 a 51 anos, que relataram o porquê da necessidade de voltarem a
estudar. Suas motivações e suas dificuldades, além do preconceito sofrido. Tal
pesquisa serviu, inicialmente, para fazer diagnósticos de como a classe lia e
escrevia. Observaram que o grupo era muito heterogêneo que iam desde aqueles
que conheciam apenas algumas letras, sem conseguirem produzir textos significativos
até os que escreviam com pouca prática do ponto de vista ortográfico e
sintático. O texto vai relatando outras
fases da experiência como: as condutas de sala de aula, onde se presume que o
aluno tendo algum tipo de conhecimento possa chegar a com as aulas há reflexões
que apareceram em seus textos; a leitura, dando ênfase há diversificados
tipos de materias onde haja algo que possa ser lido até textos como notícias de
jornais, poemas, ... São contemplados , também, as atividades voltadas a
leitura e a escrita, onde é colocado em evidência o que pode se escrever a
partir do que os alunos já sabiam, dando ênfase ao que o aluno gosta de
escrever. A construção da autonomia que incentivem suas coordenações motoras e
instrumental escolae bem como suas aplicações para o ato estudar. No tangente ao conteúdo já estava
predeterminado. Os alunos deveriam saber alguns
fundamentos básicos da Língua Portuguesa. No item de avaliação foi
determinado que os alunos se auto avaliariam, constatando seus progressos.
O resultado da
experiência foi o de que os alunos não se transformaram em exímios leitores,
mas têm condições para tal. Iniciaram uma autonomia na busca dos conhecimentos.
Todos os alunos evoluíram no processo de leitura, avançando os estágios
iniciais que apresentavam no início da experiência.
As conclusões
finais foram as de que: deve-se dar valor ao conhecimento prévio dos alunos. Os
alunos analfabetos passam por etapas de desenvolvimento como as crianças.
Operam cognitivamente e são estimulada pelo meios sociais, desafios e
informações. Quando percebem se apropriam
da construção da escrita código
conseguem a perceber as relações no mundo.
terça-feira, 8 de maio de 2018
Revisão de textos
Neste semestre nos deparamos novamente com a atividade de ler os textos de outros colegas. Quando fizemos anteriormente a revisão do blog de um aluno do PEAD, descobrimos que não é fácil avaliar a escrita do outro e , também , não é fácil entender tudo o que está escrito. Hoje nos é apresentada a atividade onde os futuros formandos estão escrevendo melhor, evoluíram, ..., então fica mais difícil ainda avaliá-los, pois sabemos que a tarefa foi feita em aula e com alguma pressão para que todos os quesitos, da cena apresentados, aparecessem no texto autoral.
Ao ler os textos verifiquei que há alguns itens faltantes, provavelmente pela falta de tempo, pois é sempre lembrado pelos colegas a dificuldade de escrever que a maioria possui trazendo , assim, a necessidade de um templo maior de reflexão e escrita. Verifiquei, também, que meu texto se encontra incompleto, pois nem todos os conceitos subjetivamente sugestionados foram elencados no mesmo. Isto não se deve , em prática, a falta de conhecimento, mas sim a falta de experiência para redigir textos mais complexos como os que serão exigidos para o TCC.
Ao ler os textos verifiquei que há alguns itens faltantes, provavelmente pela falta de tempo, pois é sempre lembrado pelos colegas a dificuldade de escrever que a maioria possui trazendo , assim, a necessidade de um templo maior de reflexão e escrita. Verifiquei, também, que meu texto se encontra incompleto, pois nem todos os conceitos subjetivamente sugestionados foram elencados no mesmo. Isto não se deve , em prática, a falta de conhecimento, mas sim a falta de experiência para redigir textos mais complexos como os que serão exigidos para o TCC.
quinta-feira, 3 de maio de 2018
EJA - Fórum Unidade 2.
O conceito
que mais considero relevante para a prática pedagógica na EJA é da necessidade que
o aluno construa seu conhecimento através da interação entre os sujeitos que
frequentam a EJA. Que sejam exaltadas as experiências de cada indivíduo ou as
do conjunto de indivíduos, se for o caso. Que o currículo seja baseado e
voltado para o meio em que vivem, em suas realidades e necessidades, como
descrevem Vargas e Gomes ao citar o relato de Antônio (pg 458, 2013) que fala
da sua necessidade em aprender, que diz: [...] preciso aprender mais... ter
mais conhecimento... facilitar mais o meu setor do trabalho, conhecer mais,
desenvolver mais o meu trabalho; a gente tem mais é que correr atrás... Por
exemplo, desenvolvimento no trabalho, quer dizer, não perder a oportunidade no
trabalho.
Os alunos jovens e adultos da EJA são
sujeitos que perderam ou não tiveram a oportunidade de ingressar ou concluir
seus estudos, por vários motivos alguns alheios as suas vontades, como:
trabalhar para ajudar financeiramente a família, gravidez indesejada, vício em
drogas, dificuldades de deslocamento e mobilidade até a escola, conflitos familiares...
São alunos jovens mais ou menos a partir
dos dezesseis anos que estão atrasados nas séries, que tem dificuldades de
aprendizado, que se encontram com algum dos problemas citados no parágrafo a cima,
e adultos que não conseguiram concluir seus estudos ou são analfabetos que procuram
ascensão profissional, social ou pela necessidade de interação ou entendimento do
meio em que vivem.
A linguagem destes sujeitos
normalmente é a linguagem do meio em que vivem, com pronúncias erradas pela
ignorância gerada pela falta de frequentarem a escola. Alguns conseguem ler
algumas palavras, por terem parado de estudar em alguma série, mas o
entendimento e o pensamento sobre determinado objeto podem ou são comprometidos.
Em contra partida suas experiências de vida servem muitas vezes como base para
resolução de problemas do cotidiano.
Na EJA, os jovens e
adultos pouco ou não escolarizados – oriundos, portanto, de uma cultura não
escolar –, ao ingressarem na escola, terão que se inserir e interagir com os
modos de funcionamento particulares da instituição. Entretanto, o aprendizado
desses sujeitos inicia-se muito antes de frequentarem a escola, uma vez que
eles aprendem a lidar com as situações, as necessidades e as exigências
cotidianas da sociedade contemporânea. Portanto, quando começam a estudar, já
tiveram experiência com medidas, cálculos matemáticos, materiais impressos,
língua materna falada, ferramentas de trabalho e equipamentos elétricos e/ou
eletrônicos. (Vargas, Gomes- p.453, 2013).
As dificuldades dentro de sala de aula são de entendimento dos conteúdos
do currículo que não são baseados em sua realidade ou sobre o seu meio. A
relação entre sujeitos de diversas faixas de idade e de culturas. No cotidiano
de suas vidas as dificuldades se apresentam no desnivelamento e exclusão social,
falta de tempo para os estudos com por exemplo várias horas de trabalho, falta
de mobilidade, dificuldades financeiras, ...
O fato de os alunos pertencerem a diferentes grupos culturais (relações de classe, econômicas, etárias, étnicas, religiosas etc... pode provocar diferenças no funcionamento cognitivo? Sim. Por quê?
O fato de os alunos pertencerem a diferentes grupos culturais (relações de classe, econômicas, etárias, étnicas, religiosas etc... pode provocar diferenças no funcionamento cognitivo? Sim. Por quê?
... Conforme explicita Tulviste (1991),
pessoas diferentes, membros do mesmo grupo cultural ou não, pensarão sobre
partes idênticas do ambiente de formas diversas; e a mesma pessoa pode pensar
de maneiras diferentes, usando diferentes métodos, estratégias e instrumentos
conforme a atividade em que esteja envolvida. (Oliveira, 1997, p. 58)
A diversidade é algo incontestável dentro de uma escola, e dentro da EJA
não é diferente, pois além da diversidade cultural ainda há variedade de
idades. Trazendo assim, para este ambiente uma multiplicidade de conceitos das
experiências de situações vividas pelos integrantes da EJA que podem ser compartilhadas ou contestadas pelos particiantes da mesma.
Os elementos fundamentais para que o trabalho da EJA seja bem sucedido são as relações que se desenvolvem dentro de um ambiente de ensino e entre os sujeitos que dela fazem uso, incluindo os professores, conforme Vargas e Gomes (p.453, 2013). Esse aprendizado ocorrera nas interações com outras pessoas, por meio de perguntas, respostas, instruções, informações e imitação, possibilitando que eles desenvolvessem um repertorio de atividades/capacidades que lhes permitiu ocupar seus espaços dentro de seus grupos sociais.
Os elementos fundamentais para que o trabalho da EJA seja bem sucedido são as relações que se desenvolvem dentro de um ambiente de ensino e entre os sujeitos que dela fazem uso, incluindo os professores, conforme Vargas e Gomes (p.453, 2013). Esse aprendizado ocorrera nas interações com outras pessoas, por meio de perguntas, respostas, instruções, informações e imitação, possibilitando que eles desenvolvessem um repertorio de atividades/capacidades que lhes permitiu ocupar seus espaços dentro de seus grupos sociais.
Referências:
- VARGAS, Patrícia Guimarães
- GOMES, Maria de Fátima Cardoso - Aprendizagem
e desenvolvimento de jovens e adultos: novas práticas sociais, novos sentidos -
Educ. Pesqui., São Paulo, v. 39, n. 2, p. 449-463, abr./jun. 2013.
segunda-feira, 30 de abril de 2018
Inovações Pedagógicas
Os
alunos deste século já entram na escola com a vantagem de serem apresentados
desde muito cedo as tecnologias digitais. Aos dois anos lhes é ofertado um tablete ou
smatfone, onde os pequenos traçam linhas imaginárias ou gravam áudios. Já
nascem conectados, como afirmam alguns autores. Mas é necessário só nascer em
meio as tecnologias para dominá-las ou usá-las? Qual a importância da
compreensão do mundo digital e virtual, e qual o papel do professor nesta nova conjuntura?
É
indiscutível que novas ferramentas de ensino ingressaram na escola juntamente
com as turmas. São as inovações que para a educação devem ser atreladas ao
ensino. As novas tecnologias, hoje, fazem parte das inovações pedagógicas.
Encontramos
ai um pouco de resistência de alguns docentes, ditos tradicionais, onde sua
presença deve ser marcante e indispensável, que preferem a revisão de
currículos a pensar em novos contextos de aprendizagem, onde os alunos seriam
estimulados a construir conhecimento e serem mais autônomos. Se concebe neste
momento o novo papel do professor e sua importância como de mediador e estimulador.
Faz
parte das novas atribuições destes mediadores trabalharem para que os currículos
se integrem nas novas práticas pedagógicas, pois a tecnologia é uma
realidade. Traçar novas ideias que
incluam as tecnologias, para que os alunos tenham mais facilidade de assimilar os
aprendizados, claro que tendo em conta a realidade de cada escola, pois em
muitas não há laboratórios de nenhuma espécie, ou quando existem estão
sucateados, referindo-me as escolas púbicas.
Não
é necessário somente nascer em uma era de tecnologias digitais, mas sim ter mentores
que guiem os alunos, pois mesmo inseridos neste contexto ao chegarem na escola
pouco o nada sabem de como usar as tecnologias. Esperam, como nós que fomos
criados assim, serem educados com conteúdo pronto e pré-elaborado. É necessário
que os professores façam a apresentação destas tecnologias para que os alunos
possam entenderem e compreenderem o uso das mesmas, assim como é primordial ao
professor se manter atualizado e conhecer tais tecnologias.
quarta-feira, 25 de abril de 2018
Texto referente as teorias de Reys.
A partir do texto
de Reys podemos escrever que: ao planejar a realidade social do aluno tem que
ser levada em conta, pois tal planejamento deve ajudar a elevar a autoestima do
mesmo e seu empoderamento perante a sociedade.
O diálogo entre aluno e o professor faz parte deste processo sendo muito
importante, pois auxilia o mestre a conhecer a característica do seu aluno e o
meio social em que vive, suas experiências, histórias e conflitos. Neste caso o
planejamento se torna um meio de integrar o sujeito com a sociedade levando-o a
interagir com a mesma usando sua criticidade, seus questionamentos, sua ética e
sua solidariedade. Para que estas parcelas de interações aconteçam se faz
imperativo que os conteúdos do planejamento sejam baseados nos problemas
socioculturais onde o sujeito (aluno) está inserido. Ao planejar com estas
bases o planejamento pode e deve ser reestruturado conforme a necessidade que
se apresenta, buscando, como já foi escrito, a evolução do aluno como ser
crítico, pensante e ético. Mas para que este todo processo realmente seja
válido a aprendizagem deve se dar em um contexto de ação-reflexão-ação do aluno
do professor.
E por último, mas não menos importante, é
fundamental pensarmos em como avaliamos nosso aluno, que é ser dotado de
emoções e sentimentos, com habilidades e dificuldades. O sistema nos exige uma
nota, uma quantificação do aprendizado, mas o aluno não se resume ao que
decorou ou aprendeu. Um aluno tem que ser considerado por sua evolução como ser
humano em sua integridade e não somente no que consegui assimilar de conteúdo
dentro de uma escola.
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