Dos 2 aos 7 anos é a fase pré-operatória, onde a criança usa muito a imaginação e a imitação. Brinca com diversos materiais que se transformam conforme a necessidade da brincadeira. Começam nessa fase o uso das regras ,simples, mas importantíssima para a próxima fase, que é lá pelos 10,11 anos em diante, quando começam os jogos de regras propriamente ditas, com a finalidade de inclui-los, nos grupos.
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sexta-feira, 22 de abril de 2016
O brincar.
Desde muito cedo a criança começa a brincar. Dos 0 aos 2 anos a criança brinca com o próprio corpo, é a fase sensório-motora, e também começa a interagir com outros indivíduos a sua volta. As brincadeiras são um teste a cada nova capacidade motora que adquire. Nessa fase, oral, também brinca com objetos laváveis que possam ser levados a boca ou objetos macios e coloridos.

Dos 2 aos 7 anos é a fase pré-operatória, onde a criança usa muito a imaginação e a imitação. Brinca com diversos materiais que se transformam conforme a necessidade da brincadeira. Começam nessa fase o uso das regras ,simples, mas importantíssima para a próxima fase, que é lá pelos 10,11 anos em diante, quando começam os jogos de regras propriamente ditas, com a finalidade de inclui-los, nos grupos.

Dos 2 aos 7 anos é a fase pré-operatória, onde a criança usa muito a imaginação e a imitação. Brinca com diversos materiais que se transformam conforme a necessidade da brincadeira. Começam nessa fase o uso das regras ,simples, mas importantíssima para a próxima fase, que é lá pelos 10,11 anos em diante, quando começam os jogos de regras propriamente ditas, com a finalidade de inclui-los, nos grupos.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
Mídia e consumo na produção da infância pós-moderna.
Carcterize três marcas do que se entende por “pós-moderno”.
- O que era dado como certo, definido, sem argumentos, no pós- modernismo é variável, questionável, argumentativo, flexível. Dependendo da linguagem usada, poderá ou não sevirem aos sujeitos sociais, pois terão direito a suas próprias escolhas.
- É a sociedade individualista e dos excessos, tudo tem que ser melhor, maior, e em grande quantidade. O importante é o agora , o presente imediato e a satisfação que o consumo causará naquele momento.
- Que a expectativa de um mundo melhor, onde deveria, na teoria, visar o bem estar comum, na realidade não consegue acompanhar as mudanças sociais, onde está enraizado o consumo desenfreado.
O que significa pensar o tempo atual com base no binômio solidez/liquidez?
Explique a frase: “a mídia tem sido uma das principais produtoras das representações que compartilhamos” (p. 79). Para construir sua resposta, utilize-se do exemplo da “representação do corpo”, oferecido pela autora (p. 79-80)
Considerando as discussões que o texto oferece, como as crianças se veem hoje implicadas numa sociedade do consumo?
Em cada casa existe, hoje, no mínimo uma TV! Pode não ter fogão e geladeira, mas TV tem! Após o nascimento, quando a criança começa a interagir com o mundo, ou até mesmo antes, ela é posta na frente de uma TV . Primeiro no carrinho ou no colo de pais, parentes ou cuidadores. Mais tarde, sentada, para ver desenhos. No meio da programação, há muita propaganda, e ali começa a nascer um novo consumidor, involuntário. Lá pelos dois anos, já consegue se fazer entender, pela alegria de ver o objeto. Daí pra frente, com total participação dos adultos, a coisa complica. Primeiro vem os brinquedos e roupas de bonecas famosas, desenhos animados e super- heróis. Logo, logo, chega a vez de outros inúmeros itens (tênis, bonés, mochilas, maquiagens, sandálias, telefones, tablets, ...) de determinadas marcas.
Ao chegar à adolescência o caos se instala. O indivíduo acredita, sinceramente, que se não tiver determinado objeto, sua vida escolar, naquele momento, está fadada ao fracasso.
A mídia instiga o desejo de consumo nestas crianças, ao ponto dos pais/parentes, também consumidores, ficarem frustrados aos verem as lágrimas dos filhos, pelos desejos não atendidos. Farão de tudo para que isto não ocorra, até usar o cartão de crédito em doze vezes. Lá pelo pagamento da terceira fatura, às vezes antes, a criança já está com outros variados desejos, descartando rapidamente o objeto anterior.
Ainda temos a parte em que os desejos são, eu diria, mais agressivos, pois, transformam e agridem o corpo como: tatuagens, pircings, alargadores de orelhas, cigarros, bebidas, ..., mesmo sendo direito de cada um fazer o que quiser com o próprio corpo, pode haver mais tarde o arrependimento pelo ato feito , pois naquele determinado momento a mídia fez parecer que era bom e natural.
Infância Soft
Uma imagem, não é apenas uma imagem.
Ela é a carregada de significados e significações, e pode ser tomada como
produto cultural, “as representações visuais (...) ensinam a olhar e a
olhar-se, contribuindo para a construção de representações sobre si e sobre o
mundo (...) (HERNANDEZ, 2007, P.32).
Para poder definir o que é uma
infância “soft” uso como referencia o parágrafo acima, do texto ,
Retratos de uma infância Contemporânea: os bebês nos artefatos visuais, porque
fala especificamente da imagem, e a imagem é o ponto principal da questão. Nós
consumidores não consumimos somente o produto inserido em uma embalagem, mas,
também, da imagem inserida neste
produto. Como que, se através dessa imagem, nos apropriássemos de tais
características, resultando, inconscientemente um resultado de bem estar
momentâneo. Claro que a qualidade do produto conta, mas associamos a qualidade
a uma embalagem sofisticada.
Para a venda de produtos infantis,
mostrar crianças consideradas lindas e saudáveis terá por consequência um lucro
melhor. Mas se pararmos para analisar friamente a questão nos damos conta que aquela
imagem que nos é repassada não é a realidade.
Uma criança, aparentemente bonita, mas muito pobre não conseguirá se
enquadrar em um padrão soft, pois com certeza não recebe o mínimo de condições
para viver. Nem tampouco toda a criança rica se enquadrará neste padrão, pois o
padrão “soft”, não se refere somente à qualidade de vida, e sim a imagem que
esta qualidade de vida representa, ou seja, a criança rica pode não ter este
padrão também, sendo muito alta, muito magra, muito gorda, pele mais escura, cabelo
considerado não tão bom, mesmo usando os melhores produtos para o cabelinho,
pois a genética influência a todos, ricos e pobres. O padrão de vida é um
diferencial para ter uma infância
“soft”? Sim, é um diferencial, mas não é um fator único. Se todas as crianças
ditas ricas possuíssem uma imagem “soft”, para esta classe não seriam
necessários tantos investimentos em propaganda, por outro lado, para as classes
menos favorecidas a imagem ainda seria o foco, porque são consumidores ativos e
também desejosos do que é belo.
segunda-feira, 9 de novembro de 2015
Produção da infância pós-moderna, mídia e consumo.
O pós-modernismo se caracteriza pela liberdade de mudar conceitos definidos como certos, de livre expressão, de tudo poder se tornar questionável, ter fluidez, ser maleável, transformável. E esta transformação se dá muito através da mídia, que dita o novo modo de ser e viver.A criança é um dos principais alvos desta mega produção de novos valores , regras de convivência e de consumo. A mídia as torna cada vez mais consumistas, volúveis, efêmeras, individualistas e mobilizadas pelo crescente desejo de consumir ( Não que o adulto esteja fora deste consumo desenfreador, mas é ele que deve coibir tais coisas, e parece não estar conseguindo).
E como o educador, que tem em suas mãos várias crianças, que tem a responsabilidade de auxiliar nas decisões tomadas e na apropriação do seu aprendizado deve lidar com a mídia e o consumo na infância pós moderna? Todas as informações transmitidas pelos meios de comunicação, que são muitos na era da internet, são facilmente assimiladas pelas crianças. Faz parte da atuação do professor, direcionar os pensamentos para o questionamento do que aparece na mídia. É uma tarefa complicada, quase impossível, pois tudo o que aparece na mídia, para ser consumido, principalmente para as crianças, têm um grande atrativo. Roupas, comidas, produtos de higiene, ..., todos tem nas embalagens personagens infantis adorados pelas crianças. Cabe-nos faze-los refletir se tudo o que querem (consomem) é realmente necessário!
E como o educador, que tem em suas mãos várias crianças, que tem a responsabilidade de auxiliar nas decisões tomadas e na apropriação do seu aprendizado deve lidar com a mídia e o consumo na infância pós moderna? Todas as informações transmitidas pelos meios de comunicação, que são muitos na era da internet, são facilmente assimiladas pelas crianças. Faz parte da atuação do professor, direcionar os pensamentos para o questionamento do que aparece na mídia. É uma tarefa complicada, quase impossível, pois tudo o que aparece na mídia, para ser consumido, principalmente para as crianças, têm um grande atrativo. Roupas, comidas, produtos de higiene, ..., todos tem nas embalagens personagens infantis adorados pelas crianças. Cabe-nos faze-los refletir se tudo o que querem (consomem) é realmente necessário!
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